
"Uma coisa muito legal é que quando a gente sabe já a medicação, a gente já tem pistas de onde tem que focar boa parte das nossas perguntas, para onde que a gente tem que ir."
— Izabela, vice-presidente da LACC
"Eu comecei a olhar para o meu supervisor e via que sempre que ele falava com a pessoa, ele estava balançando a cabeça, fazendo expressões, mexendo as mãos. Fala com uma pessoa que está olhando pra ti, balançar a cabeça — parece que tu tá sendo muito mais escutado."
— Felipe Tombini
"'Eu estou muito triste.' → Depressão. 'Estou bebendo muito.' → Uso de substâncias. 'Porque fui abusado.' → Trauma. 'Não conseguia prestar atenção.' → TDAH."
O terapeuta pulou de diagnóstico em diagnóstico sem investigar completamente nenhum. A abordagem correta: "Quero entender mais sobre seu consumo de álcool, mas agora preciso que a gente continue falando sobre essa tristeza. Tudo bem?"
"A gente veste máscaras para viver muitas vezes na sociedade. Mesmo quem aparenta estar bem feliz pode estar carregando algo muito pesado."
(Stephanie, diretora de extensão LACC)
"Quando a gente tem esse conhecimento, a gente acaba podendo estar mais no mesmo nível com o psiquiatra, falando a mesma língua."
— Stephanie
"As doenças mentais têm uma visão negativa em cima delas. Se tu fala que tá com problema no fígado, todos vão te acolher. Mas se tu fala que tá triste, o pessoal já nem quer chegar muito perto. Então conseguir dar nome, falar que